segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Autonomy, Mastery, Purpose

Autonomia, maestria, propósito.

Essa é a receita de motivação sugerida por Daniel Pink nesta recém publicada TED Talk. Dan traz fatos na sua apresentação que mostram que o atual sistema de remuneração, baseado em recompensas ligadas a objetivos especificamente definidos, limita a criatividade e estreita o foco.

E a pergunta que fica é: "Por que então insistimos nesses modelos de remuneração?"

Vale a pena assistir a apresentação.

domingo, 16 de agosto de 2009

Fique ligado! Estariam seus subordinados armando para te derrubar?

E se estão, não jogue mais lenha na fogueira. O artigo "Are Your Subordinates Setting You Up to Fail?", de dois professores do IMD, escola de management suiça, publicado pelo MIT Sloan Management Review, trata exatamente disso.

Empregados, consciente ou inconscientemente, tomam ações para derrubar o chefe e os líderes que não identificam isso correm sérios riscos. A reportagem coloca alguns desafios que o novo gestor enfrenta logo que assume a posição:
  • Mudar uma imagem solidificada sobre a chefia
  • Empregados que "jogaram a toalha", algo que pode ocorrer por várias razões, como mudanças constantes de chefe
  • Boas impressões do chefe anterior
Chefes recém chegados podem piorar a situação se não ficarem de olho no que falam, como falam, com quem falam e como interagem. Isso pode levar os funcionários a achar que o novo líder proteje alguém e não entende a cultura local.

Para os chefes estabelecidos o desgaste pode aparecer dependendo do momento da organização. Alguns estilos gerenciais podem ser adequados em determinados momentos, mas não necessariamente devem ser perpetuados.

A matéria vai além e explora mais detalhes sobre o comportamento dos funcionários, vale a pena a leitura, é um rico material para discussão com lideranças e para atacar clássicos problemas de clima organizacional.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

O que os presidentes esperam do RH

Este é o tema do artigo publicado pelo site americano Workforce.com e, pelo que a reportagem traz, o essencial é o desenvolvimento e acompanhamento de talentos. Em outras palavras, fazer com que as pessoas que realmente fazem a diferença na empresa, cada vez mais, gerem diferenciais competitivos.

O artigo foca essencialmente na parte ligada ao desenvolvimento e acompanhamento desses talentos, deixando de lado outras questões tais quais como remunerar esse público.

Vale a pena conferir,

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Entrevista com o CEO da Google

A entrevista, para o McKinsey Quarterly, no final do ano passado, traz várias importantes reflexões também para os profissionais de RH.

O manda-chuva do Google fala do perfil de líderes que ele entende que serão bem sucedidos no cada vez mais veloz ambiente da internet. Ouvir ideias diferentes, abrir espaço para os mais diferentes pontos de vista e se cercar de pessoas que pensam de forma diversa são características essenciais. Características essas que também são colocadas por Dave Ulrich em entrevista à revista Você SA, veja aqui.

O papel do líder em determinar prazos, cobrar resultados e a execução também são destacados.

Vale a leitura.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Luxemburgo no Santos e o RH

A recontratação do técnico Vanderlei Luxemburgo pelo Santos levanta alguns assuntos de Recursos Humanos. Teria o Santos dinheiro para pagar um profissional como Luxemburgo, notoriamente um dos técnicos com salário mais alto no Brasil. Além de ser um profissional caro, Luxemburgo faz questão de ter ao seu lado uma comissão técnica de primeiro nível, que também é cara, especialmente para um clube que, nos últimos anos, não tem apresentado receitas expressivas em jogos de futebol e venda de camisas.

Tendo optado por esta escolha, teria o presidente do Santos errado? Estaria o clube do litoral pagando um salário alto demais? É possível que sim, mas há uma saída para a agremiação da baixada. A alternativa para que o alvi-negro praiano, simultaneamente, consiga pagar esse grupo e não se endividar, ao meu ver, reside na composição da remuneração do técnico.

Ao fazer um contrato com Luxemburgo eu ofereceria a ele um peso muito maior na remuneração variável do que na fixa. Um exemplo: se Luxemburgo conseguir que os talentos que apareceram na Vila recentemente (Paulo Henrique, Neymar, André, etc) rendam, se valorizem e sejam vendidos, o técnico então seria remunerado com um percentual da transação de venda.

Há outras formas para resolver o problema? Qual sua sugestão?

terça-feira, 23 de junho de 2009

Como fazer boas apresentações

Publicado em 15/maio o artigo da HSM On Line traz, além de algumas dicas muito importantes, exemplos concretos de como colocar essas dicas em prática.

As apresentações são vídeos selecionados do "TED - Ideas Worh Spreading". O TED, que é uma abreviação para "Technology, Entertainment and Design", iniciou suas atividades em 1984 como uma conferência que unia gente desses três mundos. Com o passar do tempo esse escopo foi ampliado e, atualmente, a conferência anual dá oportunidade e desafia os maiores pensadores e ativistas do mundo a expor, em 18 minutos, a apresentação de suas vidas.

A quantidade (e principalmente a qualidade) do conteúdo é fantástica. Um exemplo é o vídeo da escritora Isabel Allende, selecionado pela HSM.

Quem ainda precisa dos antigos vídeos motivacionais de treinamento?

sexta-feira, 19 de junho de 2009

War for talent

Em 2006 a tradicional publicação inglesa, The Economist, sobre a guerra por talentos. As tradicionais grandes companhias, como GE e Coca-Cola, que sempre buscaram high potentials, passavam a enfrentar a concorrências de pequenas empresas, que chegavam próximas do limite de corte de custos e que, portanto, para continuar crescendo, precisavam investir em gente.

O artigo traz a perspectiva de companhias de Tecnologia, como Google e Yahoo, além de outros pontos importantes. Confira alguns dados neste line do HR Smart South Africa.
 

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