quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Gasto com executivos soma R$ 1 bilhão em 5 grandes bancos

Esta foi a principal manchete e notícia do jornal Valor Econômico de hoje. A publicação traz uma matéria na qual antecipa, com base nos resultados do terceiro trimestre deste ano, uma questão que deve ser altamente discutida no ano que vem, em função das novas regras impostas pela CVM às companhias de capital aberto.

Ao contrário de muitos outros veículos de RH, que aparentemente encontram-se ao largo dessa questão, que, ao meu ver, é essencialmente da área, este Blog já dedicou alguns posts para tratar do tema:
Fugir do tema é manter o RH no ostracismo, distante das verdadeiras decisões estratégicas para o negócio. Mais do que isso, é procurar sarna para se coçar, pois certamente Sindicatos, trabalhadores, acionistas e a sociedade como um todo estão tomando conhecimento do tema e, inevitavelmente, o colocarão em pauta.

Não percam o bonde ...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

1 ano de resultados em RH

RH Resultado completa seu primeiro ano de existência, veja os principais números do período e as metas para os próximos 12 meses:

Balanço do primeiro ano:
  • Visitantes únicos: 2.300
  • Page Views: 5.600
  • Bounce Rate: 68.78%
  • Tempo médio no site: 1min25s
  • Total de visitas no Brasil: 2.800, de 130 cidades (45% SP, 10% RJ, 5% BH, 40% demais)
  • Total de visitas em Portugal: 132
  • Total de visitas do resto do mundo: 169, de 23 países
  • Maiores movimentos diários: 27 visitas, 77 pageviews
  • Conteúdos mais requisitados: (1) Indicadores de RH - 60% bounce rate, (2) Papel do RH em fusões e aquisições - 40% bounce rate, (3) Executivos mais bem pagos - 67% bounce rate, (4) Sustentabilidade - 70% bounce rate, (5) RH e a Remuneração dos administradores - 76% bounce rate
Metas para os próximos 12 meses:
  • Visitantes únicos: 3.500
  • Bounce rate: 65%
  • Tempo médio no site: 1min30s
Fonte: Google Analytics

terça-feira, 10 de novembro de 2009

RH e Governança Corporativa

A ligação de boas práticas de RH com excelentes princípios de Governança Corporativa é evidente. Vale dizer que, na minha visão, dentro de 2 a 5 anos, os RHs que souberem acompanhar essa questão, se diferenciarão e vão ganhar as melhores posições junto aos presidentes e no mercado, de uma forma geral.

Neste Blog já tratamos um pouco sobre a questão da remuneração dos principais executivos da empresa. Também já falamos um pouco do papel que os RHs passam a ter a chance de desempenhar nos Conselhos, com a criação de Conselhos voltados para questões de remuneração.

Outro tema interessante que tem aparecido recentemente são as chamadas poison pills, que foram assunto da revista Exame e do Valor Econômico. Para quem desconhece, a definição do próprio texto da Exame:
  • "Trata-se de um termo de proteção, principalmente de empresas com capital pulverizado, ou seja, sem controlador definido, para evitar operações hostis de tomada de controle acionário. A cláusula estabelece um "gatilho" sensível a um percentual limite de ações pertencentes a um mesmo controlador. Caso o investidor queira se tornar detentor de uma quantidade de ações acima do percentual estabelecido no estatuto da empresa, ele é obrigado a fazer uma oferta pública de aquisição dos demais papéis, dando aos acionistas a oportunidade de se desfazer de suas posições."
Esse dispositivo legal, que a primeira vista parece não ter nada a ver com RH, na verdade está sim ligado a nossa área. Por que?

Em última instância, Poisons Pills é um instrumento que visa que o comprador de uma empresa pague por uma empresa um preço maior do que o que vem sendo negociado em bolsa. Se a administração vem entregando resultados ruins (clássico problema de RH - desempenho), adotar a pílula pode ser uma maneira evitar compras que visassem uma troca de controle para obtenção de melhores resultados e, consequentemente, derrubada do CEO (algo que era comum nos anos 80, época mais intensiva dos Leveraged Buyouts).

Não há muitos estudos conclusivos sobre o tema. Há um do Japão, escrito em inglês, para quem tiver coragem de ler.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Optimas Award - 2009

Foram divulgados os vencedores do Optimas Award de 2009. O Optimas é um dos principais prêmios de RH do mercado americano e é organizado pela revista Workforce. O prêmio encontra-se na sua 19ª edição e conta com a participação de organizações privadas, públicas e também ONGs.

O grande vendedor de 2009 foi a Marinha Americana (US Navy), que emprega mais de 300 mil pessoas. Em breve a Workforce deve divulgar detalhes dos premiados deste ano, por enquanto é possível verificar no site (necessário se cadastrar) o histórico de casos vencedores. Esse histórico, aliás, é uma interessantíssima fonte de benchmark, pois traz resumos dos vencedores, em cada uma das categorias, desde os primórdios do prêmio.

Um exemplo foi a bem sucedida iniciativa da American Express, premiada em 2008 na categoria vantagem competitiva. Evidentemente, nem tudo que vem de fora é "ouro sobre azul", mas com uma leitura atenta é possível encotrar boas idéias.

domingo, 18 de outubro de 2009

Saúde é diferencial competitivo

Sempre foi, mas, de alguma maneira, de forma intangível. Porém, com a introdução do FAP (Fator Acindentário Previdenciário), que altera o percentual de contribuição que as empresas devem fazr ao SAT (Seguro Acidente do Trabalho), a questão tornou-se tangível, e muito.

Com essas sistemática as empresas passam a receber uma classificação anual, baseada em um indicador de sinistralidade e, aqueles que tiverem acidentes de trabalho em maior frequência, gravidade ou custo terão de recolher um percentual maior do SAT.

Suponham portanto duas grandes organizações que competem diretamente na busca por clientes, por exemplo Nestlé e Danone. Agora imaginem que uma delas possua um maior problema com afastados e tenha de recolher 0,5% a mais da sua folha de pagamento para o SAT do que a concorrente. Muito dinheiro, não?

Pois é, cuidar da saúde na empresa tornou-se mais do que nunca um diferencial.

Para maiores detalhes clique aqui.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Tomada de decisão

A "Tomada de decisão" é um dos clássicos assuntos de RH que normalmente são esquecidos pelos RHs. Parte relevante do processo de liderança, esse tema abarca outras variáveis, como a delegação e a indevida, "delegação para cima".

Uma fonte interessante de estudo e consulta é o Decision Science Laboratory, da Kennedy School of Government, de Harvard. Em área aberta, o site possui um áudio de 1h com uma apresentação sobre o tema, podcasts e também uma lista de notícias relacionadas ao tema (sempre em inglês).

Os cientistas de Harvard procuram responder perguntas como:
- Como sentimentos influenciam os pensamentos?
- Sentimentos são necessariamente influências irracionais?
- Erros e viéses de decisão podem ser previstos e evitados?

Estabelecido na escola de governo de Harvard, o Laboratório estudo a tomada de decisão em um âmbito amplo, preocupand0-se com, por exemplo, o efeito de decisões em atos terroristas.

Recomendo a visita.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Benefícios Flexíveis estão em alta?

Começa a crescer no Brasil a quantidade de empresas que no Brasil adotam a prática de benefícios flexíveis. Essa é a notícia que traz a Watson Wyatt, em relatório publicado no mês de abril.

Em sua pesquisa, a Consultoria destaca que 1/3 das empresas que optaram por essa prática o fizeram recentemente. Aparentemente, o crescimento só não é mais expressivo devido ao temor por demandas trabalhistas e custos, principais motivos alegados para não-adoção da prática pelos que não a seguem.

Vale dizer que, mesmo as empresas que decidiram seguir esse modelo, procuram, em alguns casos, garantir coberturas mínimas em alguns benefícios (por segurança ou, certamente, Convenção Coletiva).

A implantação dos benefícios flexíveis é considerada fundamentalmente uma estratégia de retenção e satisfação, mas que, pelo que conta o relatório, é mais cara do que a abordagem tradicional.

Vale como diferenciação, mas será que vale o risco?
 

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